"Sobre Mulheres"

Ser mulher é acreditar sempre. É... Seguir em frente quando todos param! Acariciar e dar colo! Dividir-se em muitas sem deixar de ser uma, a mais importante! A mulher acontece, encanta, muda, nasce, floresce, cuida, cria, sente, beija, escuta, vê, brinca, brinca e brinca com a vida... e vive!



Mulheres, por que será que elas...?



"Por que as mulheres hidratam os cotovelos? Por que insistem em usar roupas com botões nas costas? Por que enlouquecem diante de sapatos e bolsas? Porque confiam tanto na astrologia e no tarô? Por que acham normal fazer quatro coisas ao mesmo tempo? Por que confundem
magreza com felicidade? Por que fazem tão pouco o que querem, preferindo fazer tudo o que acham que os homens querem?


Ao desenvolver o texto de Mulheres: por que Será que Elas...?

A partir de perguntas relativas ao cotidiano feminino, a jornalista Leila Ferreira produziu um bem-humorado esboço de resposta para uma questão fundamental:
afinal, o que é ser mulher neste início de século 21?
O resultado - lançado em livro pela Editora Globo - é uma terna (porém aguda) análise das loucuras cotidianas que só as mulheres são capazes de cometer.

Moda, consumo, homens, auto-estima, esoterismo, culpa, sexo, hormônios, estética, estresse e - claro - amor estão entre os temas desta panorâmica sobre o comportamento do eu feminino contemporâneo.
Experiente entrevistadora, a autora buscou a matéria-prima de seu livro na vida real.
Numa peregrinação por bares, restaurantes, salões de cabeleireiro e clínicas de estética, entre uma infinidade de outros locais, Leila conversou com mais de 50 mulheres. Um esforço compensado por depoimentos e histórias tão absurdamente engraçados que,
embora sejam de verdade, parecem pura ficção."

*****Leila Ferreira é formada em Letras e Jornalismo, com mestrado em Comunicação pela Universidade de Londres. Colaboradora da revista Marie Claire e autora do livro “Mulheres: por que será que elas…?” (Editora Globo), foi repórter da Rede Globo Minas por cinco anos e durante 10 anos apresentou o programa “Leila Entrevista” (Rede Minas e TV Alterosa/SBT), que produziu 13 séries internacionais e por onde passaram mais de 1,6 mil entrevistados.

O texto dela é ótimo e a forma leve, bem humorada, sincera com que ela o desenvolve
torna a obra ainda mais incrível. O livro é repleto de histórias hilárias, definitivamente divertidas. Há ainda casos profundos e que merecem uma certa reflexão. o ínicio de cada capítulo é feito em forma de pergunta e as respostas são dadas a partir de fatos verdadeiros retirados das entrevistas.

Embora seja classificado por muitos como de "auto-ajuda", o livro de Leila na verdade não passa de uma crônica, uma forma de analisarmos algumas atitudes e muitas mancadas que nós, mulheres, cometemos na busca frustrada da perfeição.

Trechos:

'Foi num desses dias de briga com os cabelos, provavelmente, que a escritora e colunista de jornal Danuza Leão decidiu experimentar uma receita caseira.
'Me disseram que nada era melhor que passar tutano no cabelo', conta. 'Fui ao açougue, cheguei em casa com montes de ossos, tirei cuidadosamente todo o tutano e passei na cabeça inteira.
Como (...) queria ir à praia pegar uma cor, botei um lenço na cabeça e lá fui eu (...).
Mas, de repente, começou a acontecer uma coisa estranha (...): todos os cachorros da praia começaram a me rodear, atraídos pelo cheiro do tutano. (...) Foi horripilante.'


'Um grupo de amigas partiu com entusiasmo para um spa (...).
No segundo dia, o entusiasmo deu lugar à fome, incontrolável. No terceiro, numa atitude de desespero, acabaram comendo parte de uma samambaia que decorava o spa.
O problema é que a planta tinha sido borrifada com pesticida, as quatro passaram mal e tiveram que voltar às pressas pra casa.'



MULHERES por que será que elas
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=90781728

MULHERES





Não me bastam os cinco sentidos para perceber-lhes toda a beleza. Não me bastam os cinco sentidos para viver com totalidade o mistério profundo que elas trazem consigo. Eu tenho é que tocá-las, cheirá-las, acariciá-las, penetrar-lhes o sorriso, sentir o seu perfume, beijar-lhes o céu da boca, ouvir suas histórias, transformá-las em deusas. Tenho que dar-lhes o amor que o meu corpo conduz e sustenta-me a alma. O belo amor natural por todas as coisas do mundo. Como espelho de paixões em labareda, tenho que sentir nos seus olhos um raro brilho diamante.

Eu as respeito e as venero, com a graça de um cisne que dança num lago tranqüilo e a ousadia de um touro selvagem recém-despertado. Não lhes faço perguntas, não as pressiono por nada, não lhes tiro a liberdade, não quero mudá-las jamais. Sempre imagino o que estejam sonhando, e pulo de cabeça no sonho delas. Cavalgo o vento para visitar-lhes as razões, as emoções e as loucuras. Como um deus escandaloso e surpreso por sua própria criatura, entro no coração de cada uma delas, deliciosamente, como se entrasse numa pulsante catedral. Mergulho na essência dos seus desejos e cada vez me espanto mais com tanta fantasia. Os cinco sentidos, por não serem precisos, ainda não bastam, e preciso mais do que isso para compreendê-las.


Toda mulher é silenciosa por dentro. A existência pura se manifesta em cada detalhe. Assim na terra como no céu, amar as mulheres é uma experiência religiosa. E eu as amo, fina substância, como deve amar quem ama de verdade — incondicionalmente. Sem ciúmes. Eu amo as morenas, as loiras, as baixinhas, as altas, as lindas, as quase feias. Amo as virtuosas, as magras, as gordinhas, as diabólicas, as tímidas, e até as mentirosas. As iluminadas, as pecadoras, e as santíssimas. Amo as virgens, as pobres, as ricas, as loucas, as muito vivas, as inocentes. As bronzeadas pelo sol, e as branquinhas. As inteligentes, e as nem tanto. Desde que sensíveis, eu amo as jovens, as velhas, as solteiras, as casadas, as separadas. As bem-amadas, e as abandonadas. As livres, e as indecisas. E se me dessem o poder, o tempo e, principalmente, a chance, eu a todas elas daria, todos os dias, um orgasmo cósmico, poético e sublime.


Apanharia flores silvestres, tomaria sol com todas elas. Andaríamos descalços na areia, contemplaríamos crepúsculos cor de abóbora, jantaríamos à luz de velas, dançaríamos, tomaríamos vinho branco, olharíamos as estrelas. E eu lhes faria poesias de amor. Puro como um anjo, amaria cada uma delas eternamente — uma por vez. Com delicadeza, com doçura, com profundidade, com inocência. Entusiasmado, como se cada uma fosse a única. Como se no mundo inteiro não houvesse mais nada, nem ninguém.


Todas as noites, passaria cremes e encantos no seu corpo. Falaria sobre fábulas, contaria histórias românticas, as veria dormir. Ouvindo Beethoven, velaria por um tempo o sono delas, e de madrugada, antes do sol raiar, antes do primeiro pássaro cantar, as cobriria com o resto de luar que ainda houvesse, e sairia em silêncio. Como um felino lógico, sensual e saciado, deslizaria pelo cetim azul-celeste dos lençóis, saltaria por sobre todas as metáforas — e sorrindo iria embora.



Enfim, se por acaso fosse Deus, eu com certeza não mais ficaria cuidando do universo e dessas outras coisinhas banais. Não ficaria controlando o destino das pessoas, o tempo, os compromissos, a pressa, o caminho dos planetas, a economia, o cotidiano, o infinito, os genes, a Internet, a gravidade, a geografia... Não!



Eu somente iria amar as mulheres, como elas merecem. E como nunca foram amadas.

Só isso, definitivamente. Nada mais, nada mais!
Por: Edson Marques
...

El arte del bello sexo

Hace unos meses la llegada a España de la famosa obra Judith decapitando a Holofernes de la pintora Artemisia Gentileschi abrió una puerta para la recuperación de este nicho que son las mujeres artistas reconocidas por la Historia. Caravaggista, excepcionalmente cualitativa, y poseedora además de la "invenzione" en una época apenas distante de la que permitió alumbrar a Erasmo de Rotterdam su famosa teoría acerca de la estupidez e inercia de la mujer, Artemisia desarrolló su pasión como un trabajo. Hoy día está considerada la primera; pero no es la única: Georgia O'Keeffe, Frida Kahlo, Sofonisba Anguissola, Gabrielle d'Estrées, Sonia Delaunay, Tamara de Lempicka, Mary Cassat o Liubov Popova son sólo la punta del iceberg.


Dejando de lado consideraciones maniqueas respecto a la "ocultación" de la creación femenina en el arte , lo cierto es que no es sorprendente la escasa presencia de las mujeres, como creadoras, en su desarrollo. Si se tiene en cuenta que la mujer ha alcanzado hace relativamente poco tiempo esferas de la vida pública y ámbitos del poder vedados por la propia distribución de los roles mantenida y aceptada durante siglos, es comprensible que no sea prácticamente hasta el s.XX cuando la mujer comience a disfrutar de una posición en el mundo del arte. Ejemplos anteriores existen, si bien su número es tan reducido que se consideran excepciones (nunca en relación a su calidad, sin embargo).


Romana, con un fuerte temperamento artístico y muy bien considerada en su momento, Artemisia Gentileschi recibe el apelativo de la primera pintora conocida de la Historia del Arte que vivió de su talento. Hasta el momento las mujeres dedicadas a esta actividad no se habían visto "abocadas" al arte por necesidad. Anteriores a Gentileschi hay otras, claro está, sin embargo los datos que nos han llegado hasta la actualidad han sido los de una ocupación destinada al esparcimiento o al cultivo "decorativo". De época de la Edad Media conocemos los nombres de un reducido número de mujeres que desarrollaron alguna clase de creación pictórica, si bien la mayoría de éstas eran seglares y su labor la miniatura principalmente, con notables ejemplos como la monja Ende o Teresa Díez, responsable de los murales de la iglesia de Santa Clara de Toro (Zamora). Igualmente existen casos de mujeres artistas en las cortes europeas renacentistas, aunque en estos casos su procedencia noble les eximía de ejercitar el arte como profesión para manutenerse. Esto no implica, sin embargo, que su proyección fuera limitada o sus temas tan prosaicos como la historiografía artística en muchas ocasiones sugiere; tan sólo hay que recordar casos como el de Sofonisba Anguissola, una de las mejores retratistas de Felipe II, o la enigmática Gabrielle d'Esttrées.

Es verdad, sin embargo, que el acceso de las mujeres al mundo del arte y a sus conocimientos estuvo limitado durante muchos siglos: las academias de dibujo no admitieron a la primera mujer hasta bien entrada la Edad Moderna y las que accedían a estos estudios encontraban que determinadas materias les estaban vedadas, como la copia del natural. De este modo, la mayor parte de las artistas en recibir una formación de tipo "profesional" lo hicieron al amparo de talleres familiares, llevados por hombres, o instructores particulares. Es el caso de artistas como Luisa Roldán "La Roldana", Elisabetta Sirani o Lavinia Fontana.

En época neoclásica, y ya antes, con el rococó, con la proliferación de las academias, esta circunstancia empieza a cambiar, y es más frecuente encontrar nombre de pintoras que habrían seguido unos estudios "oficiales": como Marie-Louise-Élisabeth Vigée-Lebrun o Adélaïde Labille Guiard, quien además recibía alumnas, y, de hecho, presionó a la Real Academia de Pintura y Escultura francesa para que admitiera mujeres. En realidad no será hasta el s.XX cuando las mujeres puedan disfrutar de una formación, una independencia, e incluso una fama, parejas a las que durante siglos disfrutaron sus colegas masculinos, aunque en plena época victoriana encontramos mujeres que rompieron la norma, como la impresionista Berthe Morisot, quizá el caso más significativo en el XIX aunque su nombre sea indisociable del de un hombre, Manet (como sucederá con Camillle Claudel, Mary Cassat o tantas otras a lo largo de la historia).


Y el s.XX, por fin, será el de las mujeres en el arte, con ejemplos tan significativos y diversos como Liubov Popova, Sonia Delaunay, Frida Kahlo, Tamara de Lempicka, Annie Liebovitz, Georgia O’Keefe, Natalia Gontcharova, Marie Blanchard o Remedios Varo, entre muchas otras que aún aguardan su turno para ingresar en los anales de la Historia del Arte.

...

Há quem diga que mulheres quando são amigas...


...


Há quem diga que mulheres, quando são amigas, ficam insuportáveis,
porque concordam sempre uma com a outra e não se desgrudam.


A vida nos apresenta milhares de pessoas.
E cada uma delas vem cumprir um papel conosco.
Todas elas ficam na nossa memória, nos nossos hábitos, nas nossas fotos, nos nossos guardados... E no meio de tudo que se sente de dor, ou de prazer.

Há quem diga que as mulheres são falsas e fofoqueiras A VERDADE é que é muito BOM ter AMIGAS.
Aquela pra quem você CONTA ABSOLUTAMENTE TUDO, e sente que foi entendida.
Aquela que manda você PARAR de gostar daquele cara que SÓ te fez MAL.
Aquela que ABRAÇOU em silêncio e sentiu você CHORAR.
Aquela mística que pode salvar vc do abismo.
Aquela que ouve quando você está APAIXONADA e passa HORAS falando do MESMO assunto. Aquela que parece sua mãe, e VIVE pra te dar CONSELHO.
Aquela que te deu o CONSELHO CERTO, que você NÃO OUVIU!
Aquela que presenciou o MAIOR MICO, SEGURA SEU BRAÇO quando você TROPEÇA.
Aquela que IRRITA, mas que você NAO IMAGINA vida SEM ela.
Aquela que defende você de tudo e de todos...

Eu tenho orgulho de todas as amigas que já tive na vida.
Das amigas da família, as primas, irmãs e tias, que sempre estão indo e vindo da vida da gente, provando que o tempo passa, mas certas coisas nunca mudam.

Aquela amiga desbocada que só fala palavrão e se mete em encrenca, mas faz você rir muito.
Ihhh, são muitas!!!
Tem aquela com quem você anda de braços dados pra todo canto.
Aquela pra quem você contou sobre o primeiro garoto que você gostou.
Aquela que te dá toques sobre roupas, pessoas, corte de cabelo e comportamento.
Tem aquela outra que é chorona, aquela que critica você a cada cinco minutos, aquela nerd e cdf que sabe de tudo e aquela melosa, que gosta de abraçar e mandar recadinhos de amor.
E aquela com quem você dividiu a cama naquela viagem que foi o maior programa de índio da sua vida.
Aquela que te dá broncas e manda você parar de roer as unhas.
Aquela que não tem vergonha de dizer que te ama.
Aquela que apresenta os melhores caras.
Aquela que passa com você o momento mais difícil da sua vida.
Aquela que liga todo dia.
Aquela intelectual, que te ensina milhares de coisas.
Aquela que abraçou em silêncio e sentiu você chorar, e aquela que virou as costas quando você mais precisou.
Aquela que faz tudo que você pede e aquela egoísta.
Aquela que ouve quando você está apaixonada e passa horas falando do mesmo assunto.
E aquela que entende quando você a deixou pra ficar com seu namorado... E aquela outra que exige a sua atenção.
Aquela que só liga no dia do seu aniversário, e que mesmo assim você adora.
Aquela que te indica ginecologista.
Aquela que era a mais chegada, mas sumiu e você nunca mais soube.
E aquela que é uma irmã pra você.

Tem quem não possua tantas amigas assim, mas tem aquela que vale por todas.

Claro, os homens também sabem ser bons amigos.Também deixam 'ótimas' lembranças.

Mas nada é igual à amizade entre duas mulheres...AS MELHORES AMIGAS, aquelas, que são SIMPLESMENTE aquelas... as que vierem a ler isso, que não vão ler, aquelas que estão perto e longe de mim, aquelas que eu lembro a todo minuto e aquelas que eu esqueci.













...




Digo sem piscar que a amizade vale a pena e quem me ensinou isso foram vocês, amigas!!!!



...

Pensamento de mulher 5 *****



...

Madre Tereza de Calcutá


Madre Teresa de Calcutá, cujo nome verdadeiro é Agnes Gonxha Bojaxhiu, (Skopje, 26 de Agosto de 1910 — Calcutá, 5 de Setembro de 1997) foi uma missionária católica albanesa, nascida na República da Macedônia e naturalizada indiana beatificada pela Igreja Católica. Considerada, por alguns, a missionária do século XX, fundou a congregação "Missionárias da Caridade".

Imensa caridade... Grande amor




O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!


Madre Tereza de Calcutá



MESMO ASSIM


As pessoas são irracionais, ilógicas e egocêntricas.
Ame-as MESMO ASSIM.

Se você tem sucesso em suas realizações,
ganhará falsos amigos e verdadeiros inimigos.
Tenha sucesso MESMO ASSIM.

O bem que você faz será esquecido amanhã.
Faça o bem MESMO ASSIM.

A honestidade e a franqueza o tornam vulnerável.
Seja honesto MESMO ASSIM.

Aquilo que você levou anos para construir,
pode ser destruído de um dia para o outro.
Construa MESMO ASSIM.

Os pobres têm verdadeiramente necessidade de ajuda,
mas alguns deles podem atacá-lo se você os ajudar.
Ajude-os MESMO ASSIM.

Se você der ao mundo e aos outros o melhor de si mesmo,
você corre o risco de se machucar.
Dê o que você tem de melhor MESMO ASSIM.


Madre Tereza de Calcutá





Sorria!! Sempre! O verdadeiro sorriso de mulher tem poder!!!

...