"Sobre Mulheres"

Ser mulher é acreditar sempre. É... Seguir em frente quando todos param! Acariciar e dar colo! Dividir-se em muitas sem deixar de ser uma, a mais importante! A mulher acontece, encanta, muda, nasce, floresce, cuida, cria, sente, beija, escuta, vê, brinca, brinca e brinca com a vida... e vive!



MULHERES ESPECIAIS

Há mulheres que são especiais.
Em dadas circunstâncias, parecem princesas ou mesmo rainhas, pois encantam, fascinam e mostram ter poderes de tal modo expressivos, diante dos quais dobramos a cerviz.
Há ocasiões em que são como administradoras ou economistas, quando se põem a organizar a vida do lar, seus movimentos e despesas, tudo aquilo que se compra e o que se põe na mesa, para a fruição de todos.
Conseguem, muitas vezes, ajuntar alguma quantia que sobra para momentos mais difíceis.
Quantas vezes se mostram como agentes de disciplina?
Alteiam a voz, como quem dá voz de comando, ordenam, impactam com o tipo de inflexão que utilizam, e põem, dessa maneira, tudo e todos em seus devidos lugares, dentro de casa.
São quais colegas, quais colegiais, variadas vezes.
Envolvem-se com os pequenos, brincam, jogam com eles; riem-se deles e com eles, até o momento justo de estancar a brincadeira.
Mulheres há que se tornam médicas ou enfermeiras, diante das necessidades dos seus filhos.
Acolhem-nos, preparam-lhes poções e chás diversos, e, muitas vezes contrariando as instruções formais, dão-lhes xaropes e pastilhas.
Se enfermos, banham-nos, põem-nos em seus leitos, recobrem-nos, acalentam e vigiam, dias ou noites, dias e noites, até que retornem à saúde.
Mas, dentre essas mulheres incríveis, especiais de verdade, temos aquelas que reúnem todas essas habilidades:
São mestras, são agentes disciplinares; são administradoras e economistas, enfermeiras, psicólogas, são médicas.
São cozinheiras, lavadeiras, artesãs e fiandeiras. Conseguem ser governantas, serviçais e chegam a ser santas.
Essas almas geniais de mulher são alimentadas pelo estranho ideal de sempre entender, de atender e de sempre servir.
São companheiras próximas dos anjos, são servidoras de Deus e mensageiras da vida. São nossas fãs, amigas extremadas para quem nunca há nada impossível, quando se trata de atender-nos, de alegrar-nos, de ajudar-nos.
São mulheres sem igual. Perfumam como flores, são ardentes como a chama e brilham como estrelas.
Nada obstante todos os elogios que lhes possamos dirigir, o que é mais tocante, mais comovente, é saber que uma dessas mulheres, incumbidas por Deus para mudar o mundo, ajudando-o a ser melhor, a ser um campo bom de se viver, tem uma missão particular.
Há uma mulher para quem o Criador entregou a missão de cuidar-me, de fazer-me estudar para entender, de ensinar-me a orar e a crescer, a respeitar a todos e a servir para o bem.
Essa mulher é um encanto em minha vida, e não há ninguém que se lhe assemelhe.
Ao vê-la, meus olhos marejam e bate forte o meu coração. Ela é tal qual mistura de ouro e brilhante...
Ela é, por fim, a luz que torna meu caminho cintilante.
É aquela a quem chamo de minha mãe.



MÃE ´SINÔNIMO DE RENÚNCIA

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Um professor perguntou a um menino: "Suponha que sua mãe fez uma torta e vocês são sete - seus pais e cinco crianças.
Que fração da torta você receberia? "
"Um sexto", respondeu o menino.
"Eu temo que você não aprendeu fração", disse o professor.
"Lembre-se, vocês são sete!"
"Sim, professor", disse o menino, "mas você não conhece minha mãe.
Mamãe diria que não queria nenhuma torta. "





A HISTÓRIA DE LUBA

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Foi em dezembro de 1944 que tudo começou.
Caminhões chegaram no campo de concentração de Bergen-Belsen e despejaram 54 crianças.
A mais velha tinha 14 anos e havia muitos bebês.
No alojamento das mulheres, Luba Gercak dormia.
Acordou sua vizinha de beliche e lhe perguntou: "está escutando?" É choro de criança."
A outra lhe disse que voltasse a dormir.
Ela devia estar sonhando.
Todos conheciam a história de Luba.
Ainda adolescente se casara com um marceneiro e tiveram um filho, Isaac.
Quando veio a guerra, os nazistas lhe arrancaram dos braços o filho de três anos e o jogaram em um caminhão, junto com outras crianças e velhos.
Todos inúteis para o trabalho e, portanto, com destino certo: a câmara de gás.
Logo mais, ela pôde ver um outro caminhão arrastando o corpo, sem vida, do marido.
No primeiro momento, desistira de viver.
Depois a fé lhe visitou a alma e ela percebeu que Deus esperava muito mais dela. Então, passou a ser voluntária nas enfermarias.
Agora, Luba ouvia choro de crianças.
Quem seriam?
Abriu a porta do alojamento e viu meninos, meninas, bebês apinhados, em choro, no meio do campo.
Separados de seus pais, se encontravam desnorteados e tinham fome e frio.
Luba as trouxe para dentro. E porque protestassem as demais ocupantes do infecto alojamento, ela as repreendeu, dizendo: "vocês não são mães? Se fossem seus filhos, diriam para que eu os deixasse morrer de frio? Eles são filhos de alguém."
Em verdade, o que suas companheiras temiam era a fúria dos soldados da SS.
Luba agradeceu a Deus por ter lhe enviado aquelas crianças.
O seu filho morrera, mas faria tudo para que aquelas crianças vivessem.
Foi até o oficial da SS no acampamento e lhe contou o que fizera.
Pôs sua mão no braço dele e suplicou.
Ele se deu conta que ela o tocara, o que era proibido, e lhe aplicou um soco em pleno rosto, fazendo-a cair.
Ela se levantou, o lábio sangrando e falou: "sou mãe. Perdi meu filho em Auschwitz. Você tem idade para ser avô.
Por que há de querer maltratar crianças e bebês?"
"Fique com elas", foi a resposta seca do oficial.
Mas ficar com elas não era suficiente.
Era necessário alimentá-las.
Nos dias que se seguiram, todas as manhãs, ela ía ao depósito, à cozinha, à padaria, implorando, barganhando e roubando alimentos.
Os meninos ficavam à janela e quando a viam chegar diziam uns aos outros: "lá vem irmã Luba. Ela traz comida pra nós!"
À noite, ela cantava canções de ninar e as abraçava.
Era a mãe que lhes faltava.
As crianças, que falavam holandês, não entendiam as palavras de Luba, que era polonesa, mas compreendiam seu amor.
Em 15 de abril de 1945, os tanques britânicos entraram no campo, vitoriosos e em seis idiomas passaram a rugir os alto-falantes: "estão livres! Livres!"
Luba conseguira salvar 52 das 54 crianças que adotara como filhos do coração.


(autor desconhecido)

ANA NÉRI

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Ana Justina Ferreira Néri (Cachoeira, 13 de dezembro de 1814 — Rio de Janeiro, 20 de maio de 1880) foi uma enfermeira brasileira e foi a pioneira brasileira da enfermagem.

Era filha de José Ferreira de Jesus e de Luísa Maria das Virgens. Casou-se com capitão-de-fragata Isidoro Antônio Néri (1837). Em 1843 deixando-a com três filhos: Justiniano, Antônio Pedro e Isidoro Antônio Néri Filho dois filhos eram oficiais do Exército.

Ao irromper a Guerra do Paraguai (dezembro de 1864), seguiram ambos para o campo de luta. Ana requereu ao presidente da província da Bahia, conselheiro Manuel Pinho de Sousa Dantas, lhe fôsse facultado acompanhar os filhos e o irmão (major Maurício Ferreira) durante a guerra, ou ao menos prestar serviços nos hospitais do Rio Grande do Sul. Deferido o pedido, partiu de Salvador incorporada ao decímo batalhão de voluntários (agosto de 1865), na qualidade de enfermeira.

Durante toda a campanha, prestou serviços ininterruptos nos hospitais militares de Salto, Corrientes, Humaitá e Assunção, bem como nos hospitais da frente de operações. Viu morrer na luta um de seus filhos e, terminada a guerra, regressou à sua cidade natal, onde lhe foram prestadas grandes homenagens. O governo imperial conferiu-lhe a Medalha Geral de Campanha e a Medalha Humanitária de primeira classe. Faleceu no Rio de Janeiro aos 66 anos de idade.

Em sua homenagem foi denominada, em 1923, Ana Néri, a primeira escola oficial brasileira de enfermagem de alto padrão.

Em 1938, Getúlio Vargas, assinou o decreto nº 2.956, que instituía o "Dia do Enfermeiro", a ser celebrado a 12 de maio, devendo nesta data ser prestadas homenagens especiais à memória de Ana Neri, em todos os hospitais e escolas de enfermagem do País.


UM MUNDO SEM MULHERES

O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico pra que?
O sujeito quer ficar famoso pra que?
O indivíduo malha, faz exercícios pra que?
A verdade é que é a mulher o objetivo do homem.
Tudo que eu quis dizer é que o homem vive em função de você.
Vivem e pensam em você o dia inteiro, a vida inteira.
Se você, mulher, não existisse, o mundo não teria ido pra frente.
Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem,
para conquistar sujeito igual a ele, de bigode e tudo.
Um mundo só de homens seria o grande erro da criação.
Já dizia a velha frase que
"atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher".
O dito está envelhecido. Hoje eu diria que "na frente de todo homem
bem-sucedido existe uma grande mulher".
É você, mulher, quem impulsiona o mundo.
É você quem tem o poder, e não o homem.
É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser
visto, o local das férias.
Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida, ficou na frente
de todos os homens.
E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida
sem nenhuma mulher.
Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua. Só homens.
Já pensou?
Um casamento sem noiva?
Um mundo sem sogras?
Enfim, um mundo sem metas.




Atribuído à Arnaldo Jabor



IRENA SENDLER

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Um anjo que desceu à Terra.




Irena Sendler, em língua polaca Irena Sendlerowa, (15 de Fevereiro de 1910 - 12 de Maio de 2008), também conhecida como "o anjo do Gueto de Varsóvia", foi uma activista dos direitos humanos durante a Segunda Guerra Mundial, tendo contribuido para salvar mais de 2.500 vidas ao levar alimentos, roupa e medicamentos às pessoas barricadas no gueto, com risco da própria vida.




A Mãe das crianças do Holocausto


"A razão pela qual resgatei as crianças tem origem no meu lar, na minha infância. Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade". - Irena Sendler


Simone de Beauvoir

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9 de janeiro de 1908
Nasce, em Paris, no boulevard du Montparnasse 103, Simone-Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir.
Seu pai, Georges Bertrand de Beauvoir, acredita ainda pertencer à aristocracia francesa, mas, nesta época, a decadência já se faz sentir. Sua mãe, Françoise Brasseur, provinha de uma família da alta burguesia, porém à beira da ruína. Em virtude de um abastado passado comum, os pais de Simone a educarão com a firme idéia de que ela fazia parte de uma certa elite.


Mais conhecida como Simone de Beauvoir foi uma escritora, filósofa existencialista e feminista francesa que escreveu romances, monografias sobre filosofia, política, sociedade, ensaios, biografias e uma autobiografia.


Conheceu Jean-Paul Sartre na Sorbonne, no ano de 1929, e logo uniu-se estreitamente ao filósofo e a seu círculo, criando entre eles uma relação polêmica e fecunda, que lhes permitiu compatibilizar suas liberdades individuais com sua vida em conjunto.


A sua obra oferece uma visão sumamente reveladora de sua vida e de seu tempo.
Em seu primeiro romance, A convidada (1943), explorou os dilemas existencialistas da liberdade, da ação e da responsabilidade individual, temas que abordou igualmente em romances posteriores como O sangue dos outros (1944) e Os mandarins (1954), obra pela qual recebeu o Prêmio Goncourt e que é considerada a sua obra-prima.

As teses existencialistas, segundo as quais cada pessoa é responsável por si própria, introduzem-se também em uma série de quatro obras autobiográficas, além de Memórias de uma moça bem-comportada (1958), destacam-se A força das coisas (1963) e Tudo dito e feito (1972).


Entre seus ensaios críticos cabe destacar O Segundo Sexo (1949), uma profunda análise sobre o papel das mulheres na sociedade; A velhice (1970), sobre o processo de envelhecimento, onde teceu críticas apaixonadas sobre a atitude da sociedade para com os anciãos; e A cerimônia do adeus (1981), onde evocou a figura de seu companheiro de tantos anos, Sartre.






Olhar de Mulher



Ela se define como:
Uma mulher em busca de um entendimento maior acerca de si mesma,
seu lugar e significado neste mundo.

Eu digo que não é preciso 'vê-la para sabê-la'!!!
Psicóloga, mãe, ex esposa, namorada, amiga, suave criatura, 'filósofa curiosa da vida', quase vovó, enfim e principalmente: mulher!!! Ela é simples assim! A De, d+, desinha, uma das três talvez superpoderosas, quem sabe?! O importante é que esta é uma mulher que pensa, reflete, infere e interfere, desconfia, traduz, interpreta, conduz, confia, suporta, se importa, supera, espera e vive a própria vida.
Dores e amores, todo mundo os têm. Importâncias e favores todo mundo considera. Inconstâncias e sabores todo mundo sente.... E assim vai a vida. Mas a Denise é especial, não importa saber o motivo mas ela é, e isso é que verdadeiramente importa! Busca a vida sem saber se tem em si uma heroína, supera o dia sem proclamar que venceu uma batalha... se tem de qualquer forma como privilegiada e simplismente viva, assim ela vence e convence.
Uma mulher sem receitas, apenas passando pela vida, sem jamais ( não importando se na dor ou no amor ) passar em brancas nuvens. Faz do problema, superação. Da renúncia, da doença, da dor, do impossível, faz escola. E, do futuro, interrogação. Da incerteza filosofia. Da ansiedade , faz poesia. Da amizade se tranporta para a irmandade.
Apenas uma mulher do mundo, deste mundo, do mundo de quem vive e constrói uma escada que de degrau em degrau alcançará o auto conhecimento e a maturidade.
Apenas a De!
Uma homenagem à amiga que represernta o tipo de mulher que faz do dia a dia a universidade da vida, de lição em lição superando-se e encantando-se com o viver independente de desafios.
Por tua Si Moninha

http://baliar.blogspot.com/

GRANDES MULHERES QUE MARCARAM A HISTÓRIA

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Maria Montessori



Anne Frank




Anita Garibaldi






Amelia Earhart





Ana Neri





Cora Coralina




Chiquinha Gonzaga









Marie Curie








Caroline Herschel










Irmã Dulce






Joana D'Arc






Adélia Prado






HILDEGARD VON BINGEN


Madre Tereza de Calcutá




Maria, Mãe de Jesus



Maria Quitéria





Rachel de Queiroz











Para ser justo, seria preciso muitas páginas para mostrar o numero de Grandes Mulheres que passaram pela Terra, ajudando a humanidade a caminhar para o bem e para o bom.
Fica aqui uma pequena mostra, dessas batalhadoras, admiráveis representantes da Perfeição Suprema.

(autor desconhecido)